Igor Kanario ignora e não vai a audiência em Feira de Santana

Mais uma polêmica que Igor Kanario se envolve com a Polícia Militar

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Estava marcada para manhã da terça-feira (20-06-17), uma audiência com o cantor e vereador de Salvador, Igor Kannário, na 1ª Coordenadoria da Polícia Civil de Feira de Santana, para prestar depoimento sobre a polemica entre ele e a Polícia Militar, que aconteceu na Micareta de Feira de Santana. Igor Kannário não compareceu a delegacia e tão pouco não deu satisfação. Ele está sendo acusado pela Polícia Militar por desacato a autoridade.
O coordenador da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (1ª Coopin) de Feira de Santana, João Rodrigo Uzzum, afirmou que Kannário será intimado novamente, sendo que, todas as outras partes envolvidas no inquérito já foram ouvidas. “Ele foi devidamente intimidado pela presidência da Câmara de Vereadores de Salvador e enviamos uma intimação via email, que foi confirmado o recebimento”.

“Todas as outras partes foram ouvidas aqui e nesta data ele faltou à intimação, agora vamos realizar uma segunda intimação e aguardar o seu comparecimento, ainda estamos analisando uma data juntamente com o cartório. Mas, provavelmente deverá acontecer após o São João e caso ele não compareça nós vamos analisar quais as atitudes serão tomadas, que pode até ser uma representação pela condução coercitiva ou procedemos a ouvida em outro local, lá em Salvador ou em outro lugar”, frisou Uzzum.

Entenda o caso

Mais uma polêmica que o cantor e vereador de Salvador Igor Kanario se envolve com a Polícia Militar. Desta vez o fato aconteceu em Feira de Santana, no domingo (21-05-17) de Micareta. Ao acusar uma policial feminina (PFem) de agredir foliões, o cantor/vereador largou o verbo: “Ô PFem! Você é só uma PFem, eu sou mais autoridade do que você: eu sou vereador! Me respeite! Procure o seu lugar!”, disse.

Em seguida, Kannário interrompe a música para retomar a discussão: “Parou, parou! Ela tá mandando eu tomar no meu c*! Uma policial mandando eu tomar no meu c*? Ela tem que se respeitar…”.

E, mais adiante, o músico-político avalia que atitudes do tipo “queimam o nome” da PM. Ele reclama, ora usando o gênero masculino, ora feminino, das ações de alguns oficiais. E ainda passou a bola para o prefeito Zé Ronaldo (DEM), seu aliado político – e de quem até então não sabia o nome.


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