OPERAÇÃO PRIMA FACIE E AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO PROCESSUAL PARA OUVIR ACUSADO DE TRÁFICO E HOMICÍDIOS REÚNE FORTE PRESENÇA POLICIAL EM RIBEIRA DO POMBAL

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Historicamente o Dia da Polícia é 21 de abril. Porém em Ribeira do Pombal essa data bem que poderia ser alterada para 19 de outubro, dia em que a cidade acordou com um contingente de aproximadamente 45 agentes de três instituições policiais das cinco existentes no país.

Circulavam pela cidade desde as primeiras horas da manhã viaturas da  Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar, sendo que esta última representada pelo Pelotão de Emprego Tático e CiPe- Companhia Independente de Polícia Especializada – Litoral Norte.

O aparato policial presente nas ruas e, principalmente, na frente e dentro do Fórum local, trabalhava em situações distintas.

A Polícia Federal esteve em Ribeira do Pombal para cumprir mandato de busca e apreensão em uma determinada empresa, e cumprir um mandado de condução coercitiva ou de prisão preventiva,  não se sabe dizer com certeza, pois nas conversas que a reportagem teve com dois policiais, um delegado e o coordenador da operação, eles não revelaram maiores detalhes da operação, e no release  entregue à imprensa local, bem como na entrevista coletiva realizada em Salvador para fazer um balanço da 2ª fase da Operação Prima Facie,  não foram revelados os nomes dos envolvidos e os respectivos mandados judiciais existentes contra eles.

Sabe-se que dos sete mandados de prisão, três foram cumpridos e quanto os de mandado de condução coercitiva e de busca e apreensão todos foram cumpridos.

A base da operação que investiga fraude em licitações em Araci, Crisópolis, Euclides da Cunha, Monte Santo, Paripiranga, Ribeira do Pombal e Sátiro Dias, foi montada em Ribeira do Pombal porque no município funcionam empresas acusadas de participarem, conforme a PF de fraudar licitações direcionando-as “para determinadas  empresas controladas por um grupo empresarial da região, registradas muitas vezes em nome de “laranjas”, que passavam a revesar-se nos contratos firmados e controle. Um outro grupo de empresas de fachada era utilizado apenas figurativamente das licitações para dar ares de legalidade às contratações.”

Já a presença das Polícias Militar e Civil em frente ao Fórum, foi para garantir a segurança para que um homem acusado de tráfico e homicídio, que está preso em Paulo Afonso, fosse ouvido em uma audiência de instrução processual. Para a escolta de Paulo Afonso até o momento em que terminou a audiência, foi disponibilizada uma força policial de trinta homens.

Redação Pombal FM com informações do Serviço de Comunicação Social – SR/PF/BA.


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